25 de maio de 2012

QUER HOMENAGEAR QUEM VOCÊ AMA? EU AJUDO!!

Quer homenagear quem você ama?
Eu posso te ajudar!!


Nada melhor do que fazer um presente especial para quem amamos, como um filme por exemplo!! 

No filme, você pode colocar aquela canção especial, um poema ou tradução de uma canção e fotos especiais. É muito bom e emocionante receber um presente desses!! Presenteei minha mãe no dia das Mães e tenho certeza que se tivesse dado coisas caras ou qualquer outro presente não teria sido tão especial para ela como foi ver minhas fotos e do meu irmão pequenos, da minha avó conosco e tudo mais...

Então deixo abaixo o vídeo que fiz para ela e se você quiser presentear alguém que você ama, entre em contato comigo. Você escolhe a música, me manda as fotos por e-mail e se quiser um poema exclusivo para quem você ama, eu sou escritora, então também posso te ajudar com isso!!

Mostre a sua mãe, pai, filho, namorado (a), esposa, marido... o quanto são especiais!!! Entrego em mãos ou mando por sedex!!
Eu sei que qualquer um pode fazer um vídeo desses usando o programa no computador, mas nem sempre temos tempo ou criatividade para deixar do jeito que queremos!! Não é mesmo?

Aqui no blog tem minha página do facebook, senão for meu amigo, deixe uma mensagem falando de como gostaria o seu vídeo e combinamos o restante!!



O Dia dos Namorados está chegando... SURPREENDA QUEM VOCÊ AMA!!!


Confiram o vídeo que fiz para minha mãe e imaginem sendo o seu presente, com as suas fotos e com a sua cara... E não se preocupe com o preço, é muito mais barato que um combo do Mc Donald's, e muito melhor, pois além de não engordar, deixará você em alta com alguém especial!! :)

Beijos


9 de abril de 2012

Aquarela

Quando eu penso que quase te perdi, prefiro nem pensar.
Como respirar sem ar?
Como matar a sede sem ter o que beber?
Quisera eu ter força pra viver num mundo em que você não vive
Não sou tão forte, nem tenho pretensão de ser

O amor de alma é aquele que te dá sentido
Que torna a pessoa única, não pela cegueira da paixão, mas pela pureza do amor
Um mundo sem você é  um mundo cinza, sem cor
Uma vida sem você é uma vida incompleta, sem música, sem alegria

Acorde amor, venha ver a linda aurora na janela
Acorde e veja como é bela
A vida está pintada em aquarela, cheia de cores, cheia de amor

Nasceste de novo, por mim tu quiseras
Mal sabes tu que por ti também nasci
Posto que minha vida era apenas uma espera
Despertada no dia em que te conheci

Você não acha?

De que vale a Deus orações vazias, cheias de pai-nosso e ave marias, aleluias e glórias se no final não há amor nas palavras?
Troca as orações por caridade, por gestos de amor, incondicionais, sem julgamentos, pré-conceitos e estará muito mais próximo do criador.


Tabus existem aos montes, regras infinitas, concepções de certo e errado que classificam os grupos que podemos andar. Aqueles que estão fora deste padrão são excluídos, por nós, todo o dia... O mendigo, a prostituta, o drogado, o evangélico, o católico, o espírita, o macumbeiro, o negro, o pardo, o gordo, o magro, o homossexual, o extravagante, o nerd,  o pobre, o rico... esse, aquele, aquele outro... Sempre numa classe abaixo de nós, mortais perfeitos. 


Ignorância.


Será que não se vê que ninguém é melhor que ninguém? Que não existe classe, religião, cor, identidade, opção, aparência que torne alguém pior ou melhor?


Será que é difícil enxergar que o que conta é o que está dentro... no seu interior... o modo como você olha as pessoas no olho, como perdoa, como se relaciona, como AMA, como RESPEITA. 
Isso é que vale.


De que valem orações, fé, se ela é vazia de sentimento ao próximo, de caridade?
De que vale?


Os valores da vida estão todos aí.. do seu lado.. no seu próximo, na sua família...
Abandone o egoísmo, o pré-conceito, o orgulho, o despeito e ame... ame, ame, ame.


Quem ama respeita, jamais exclui.


A vida é feita de amor. E só o amor transforma.

5 de abril de 2012


E pelo renascer da vida descobrimos o que realmente vale a pena...


Como se aquele brilho, que sempre esteve ali, nunca tivesse sido tão luminoso a ponto de ofuscar nossos olhos...


Como se o ar estivesse mais puro, o céu mais límpido e a vida mais bela.


Como se o amor verdadeiro, tivesse tomado forma, cor, som. Como se estivesse materializado, gravado como tatuagem na alma. 


A vida renasce... às vezes. 


E nos traz a certeza de que nem todo sentido pra viver vale a pena. 
Mas sem amor não há nenhum sentido..

14 de março de 2012

Correria...



No mundo de hoje em dia a palavra é correria.

Você come correndo, fala correndo, trabalha correndo...

E quando vê terminou o dia! Quanta Alegria!



Ai vem a noite e a correria aumenta...
Corre! senão o sinal fecha... Corre! senão o ônibus passa...
Corre! senão os filhos crescem... Corre! senão o amor desgasta...
Corre mais não precisa ter pressa,
Faz tudo com calma... 24h é tempo à bessa!


E assim a poesia do dia-a-dia se desenha,
E o fim-de-semana? Passou correndo... que Deus o tenha!"
(Bruna Costa) 


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Hoje é o dia Nacional da Poesia... Que dia especial!! Eu amo poesia!! O poeta é um diferenciado, responsáveis pelas melhores relíquias literárias..

Um dos muitos poemas que escrevi está logo acima... Intitulado de "Correria" acho que ainda se encaixa nos dias de hoje. Feito luva nas mãos. Deixo aqui também umas frases que são conhecidas de todos... 

E quem ainda não se rendeu, certamente se renderá ao encanto do poeta... a magia da poesia...


"O amor é fogo que arde sem se ver...
É ferida que dói e não se sente" (Luis de Camões)

"Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure" (Vinicius de Moraes)

"Permita que eu feche os meus olhos
pois é muito longe e tão tarde!
Pensei que era apenas demora, 
e cantando pus-me a esperar-te" (Cecília Meireles)

VIVA A POESIA!!!

10 de março de 2012

Como a perda nos ensina?

A morte é como um fantasma. Não podemos ver, nem saber se está perto ou longe de nós. Mas sabemos que existe e como temos medo, preferimos pensar que não existe...

Todo mundo tem medo da morte, talvez porque embora hajam crenças diferentes que confortem esse momento, a verdade é que ninguém sabe ao certo o que vem depois. E o desconhecimento sempre assusta. Ou talvez seja porque amamos, e ninguém quer deixar ou perder quem ama.

Uma vez eu vi a morte de perto. Me pareceu fria. Me pareceu assustadora. Mas também foi transformadora. Porque nessas horas a gente sempre para pensar na vida... no que fez, no que deixou de fazer, nas pessoas que vão ficar... E me dei conta que muitos defeitos que eu tinha preguiça de mudar ou  orgulho em admitir, podiam facilmente ser mudados. Percebi que eu não dizia sempre para as pessoas que eu amo, que as amava. Pensei em como eu podia ser melhor filha, melhor amiga. E lembrei que fazia muito tempo que não rezava... Mas senti Deus ali, em cada segundo. 

Não sei se é mais difícil partir ou perder alguém que a gente ama. Talvez perder alguém seja pior, porque a gente fica.. e quem fica sofre, sente dor.. sente saudade... sente um vazio enorme, como se um pedaço de nós tivesse sido arrancado. Quem fica lembra que não pode mais tocar, não pode mais dizer o que não disse, nem fazer o que não foi feito... só pensar, lembrar, sentir, rezar.

Uma vez, eu ouvi, que aqueles que amamos nunca nos deixam por completo. Agora, vejo isso como uma verdade. Porque o amor, quando verdadeiro, não é um sentimento de corpo e sim de alma. Fica gravado, selado em brasa. E a alma é a única coisa que levamos da vida. E, mesmo quando perdemos alguém, sempre temos as lembranças... e em diversas situações da vida, quando a saudade bate, parece que a gente lembra exatamente como seria se aquela pessoa estivesse ali, o que ela diria e o que faria. Isso porque ela está presente em nosso coração. E podemos ouvir...

Não há nada que torne a morte mais fácil, nem mais difícil. Mas irremediavelmente todos vamos ter que encará-la de frente. Cada um do seu jeito, a sua maneira. E por isso, que devemos viver a vida jogando as coisas fúteis de lado e nos transformando sempre pra melhor. Deixando arrogâncias, prepotências, pré-conceitos, invejas... e substituindo-as por amor, compaixão, gentileza, caridade... Sempre é tempo de se transformar. Começar a viver da melhor maneira.

Para aqueles que perdemos o amor nunca muda. O amor nunca morre. E o tempo sempre acaba nos mostrando... 

Um dia a dor diminui... passa... Em meio as perdas e em meio as transformações... a gente acaba percebendo...

O verdadeiro amor... esse sempre levaremos conosco.

7 de março de 2012

Como num rio...

         Eu ainda não tinha contado o que me fez encontrar novamente a inspiração para escrever... Às vezes, nos deparamos com pessoas especiais... gênios, com um dom maravilhoso, como o da autora e roteirista Lícia Manzo, da novela "A Vida da Gente". E que dom!  Sua genialidade está nas palavras, no poder que ela têm de colocá-las de forma tão perfeita à ponto de tocar bem fundo o nosso coração.
         Foi o texto e a cena deste texto que reascenderam meu coração para a paixão de escrever... E não importa quantas vezes eu leia e veja, fatidicamente, as lágrimas escorrem pelo meu rosto... 
      Então, como em homenagem e sincero agradecimento a esta escritora, coloco as cartas que os personagens Ana (Fernanda Vasconcelos) e Rodrigo (Rafael Cardoso) escrevem um para o outro, quando descobrem que sua história de amor já tinha acabado... Mais abaixo, eu coloco a minha versão das cartas... como eu escreveria. E se por um milagre de Deus, algum dia Lícia Manzo lesse esta postagem, eu diria para ela "Se algum dia eu crescer, que eu seja ao menos parecida com a grande escritora que você é!"

Curtam essa magnífica aula de escrita. E se sobrar um tempinho, vejam minha versão logo abaixo! Valeu!

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Rodrigo
Ana, minha querida,
Dizem que o amor acaba, que o amor termina. Mas não é verdade. Nada acaba, tudo dura, continua e se transforma.
Enquanto eu aguardava aquela cirurgia, mil anos se passaram. As duas estavam lá dentro e eu pensava: “se acontecer alguma coisa com elas, eu morro!” Dizem que passa um filme da nossa vida na nossa cabeça. E por isso eu vi: vi vocês duas, meninas, chegando na nossa casa. Vi nós três juntos, ainda pequenos e tantos e tantos momentos. Vi você erguendo taças, troféus. Tua imagem na revista, inacessível, distante da criança que eu era. E que você era também.
Depois a nossa fuga de casa, veio o nosso medo, veio a nossa coragem, veio o salto sem rede que tantas vezes se chama amor.  Vi você indo embora, sendo levada de diferentes formas, tantas e tantas vezes. E depois vi você voltando e no fundo de seus olhos, como num rio, tudo que a gente não tinha vivido. A partir daí eu me vi dividido entre dois amores, entre duas vidas: uma que eu estava vivendo e outra que eu jamais tinha podido viver.
Durante os meus piores momentos enquanto eu aguardava naquela sala, foi como se a doença da nossa filha tivesse me curado. Eu entendi que não tinha mais divisão nenhuma. O que tinha sido vivido, o que tinha ficado pra trás, tudo, era parte de uma mesma história, de uma mesma vida e de um mesmo sentimento: amor. E foi então que eu vi nós dois juntos cruzando a fronteira.

Ana
Como se eu tivesse alcançado a outra margem de um rio. O rio onde a gente se amou pela primeira vez, o rio do meu acidente, mas sempre um rio. E porque naquele momento eu precisava ser forte, finalmente, sem escapes, eu consegui atravessar aquele rio eterno. Como se num instante, eu tivesse vivido todos os anos que ainda estavam parados em mim, me esperando.
Do outro lado da fronteira, que sem perceber nós já tínhamos cruzado, uma infância compartilhada, uma adolescência truncada, uma juventude não vivida. Do lado de cá, dois adultos maduros finalmente libertos daquele fardo pesado feito de lembranças, de sonhos antigos. Porque há novos sonhos do lado de cá da fronteira. E agora podemos viver!
Veja Cena clicando aqui
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Minha versão:

Rodrigo
Ana, minha querida... 
É engraçado como a vida encontra as maneiras mais inesperadas e às vezes mais difíceis, para nos ensinar que o amor verdadeiro é a única forma de viver plenamente. 
Me lembro, como se fosse agora, enquanto a cirurgia acontecia eu só pensava: 'E se acontecer algo com a Júlia? E se acontecer algo com a Manu? O que vai ser da minha vida sem elas?' Foi então, que depois de alguns minutos me fazendo essa pergunta, eu percebi que não haveria vida. Sem elas, estaria morto.
O tempo passava e toda a nossa história juntos passava na minha cabeça... lentamente... como se a minha mente tivesse voltado no tempo... Mas era tudo tão real que eu podia sentir as sensações, a realidade das lembranças. A nossa infância juntos... todos os torneios que você ganhou, todas as nossas brigas de adolescência, e o rio... O rio que uniu nossas almas, nossos corpos... O rio que te levou pra longe de mim por muitos anos... O rio onde a perfeição do nosso amor se materializou.

E enquanto o medo tomava conta de mim, sentado naquela cadeira, finalmente entendi que a nossa história sempre esteve viva, a cada segundo do meu dia, se tornando para mim e pra você o único sentido da nossa existência. Porque o que seria de nós sem a nossa filha?
Eu percebi que desde o início não haviam divisões, e que todas as lembranças do passado, faziam parte de um presente e de um futuro. Todas faces de uma mesma vida, de um amor tão puro, que foi capaz de transformar a mim e a você.
Naquele momento, foi que eu compreendi, olhando nossas fotos de criança, que o nosso rio já tinha passado e que nós também passamos por ele, juntos.


Ana
De repente, aquele rio ganhou um novo sentido. O rio onde tivemos coragem de assumir um amor antigo, o mesmo rio que tornou meus olhos selados enquanto a sua vida seguia a diante. E quando eu acordei, foi como se eu tivesse parada, querendo chegar à outra margem, querendo viver o amor que não foi vivido. Mas foi. Porque o nosso amor foi tão forte, tão verdadeiro, que nos trouxe a Júlia. E foi capaz de transformar aqueles meninos assustados nos adultos que sempre quisemos ser, nós três.
Porque tudo muda. Os sonhos, os amores, a vida. E não se pode viver de lembranças, nem querer que as lembranças se transformem novamente na mesma vida. Até mesmo o rio nunca é o mesmo. As águas sempre se renovam. E o nosso rio seguiu seu curso, desaguou em novas águas e deu lugar para novos sonhos. 
Eu olho para trás e vejo dois adolescentes... imaturos... querendo abraçar o mundo com as mãos... se transformando em adultos maduros, capazes de entender que o mundo não pode ser abraçado. Ele é só um lugar onde a vida deve ser construída, com amor e felicidade. E agora, livres de todas essas lembranças, curados, um novo horizonte se abre pra nós. Porque os sonhos nunca morrem, eles só se transformam. E agora, finalmente, estamos prontos para vivê-los.
Bruna Costa
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Espero que tenham gostado! Obrigada a Lícia Manzo não só pelo magnífico trabalho e pela sua genialidade, mas por usar um dom tão bonito, para fazer coisas grandiosas, emocionar as pessoas, e trazer essa jovem escritora cheia de sonhos, a continuar com sua paixão pela escrita.

4 de março de 2012

Interrogações e Exclamações

O que é a vida??
É um dom, uma arte prática que se inicia no seu nascimento e que termina de acordo com a sua crença... 


Qual sentido da vida??
Para mim é crescimento, evolução. Preparar-se para algo maior, melhor. 


É possível viver sem amar??
A vida sem amor é um retrocesso.


Porque??
Assim como não é possível que uma pessoa sobreviva sem ar, também não é possível viver sem amor, mesmo que seja somente o amor por si mesmo. Embora aquele que ame somente a si, acaba vendo que sua vida não tem sentido, porque o egoísmo é o caminho mais curto para solidão. E ninguém vive sozinho.


A vida muda??
A vida, as pessoas, as estações, as famílias, o curso das águas, a posição da terra... e você. A cada minuto algo acontece e te transforma, mesmo que você não perceba essa mudança.
Experimente pegar um álbum de fotos de 10 anos atrás e veja como era diferente.. não só na aparência física, mas tente lembrar dos seus sonhos naquela época... quem eram seus ídolos? com o que você ocupava seu tempo? quem você amava? E veja que tudo ou quase tudo mudou de alguma forma...


Existe alguma coisa que não muda??
O tempo... ele assiste as mudanças, mas não faz parte delas.


Ah... tem outra coisa também, a minha paixão pela escrita e a felicidade que sinto com sua visita ao meu blog. Isto também não muda. Eu parei muitas vezes, mas acabo sempre voltando a escrever. Espero que desta vez eu fique e que você curta.


Compartilho aqui minhas experiências e o que aprendi. Espero que você aprenda também e que me ensine, pois todos nós ainda estamos engatinhando neste universo tão desejado e desconhecido da vida. 


Corajoso é quem procura entender os questionamentos da vida, pois das respostas vem a evolução espiritual que Deus concede!


Então vamos as ??? e !!! 



Fique à vontade... a casa é sua!!

21 de junho de 2011

Independência ou Gaiola

Infelicidade é não ter liberdade,
É ouvir o vento e não poder voar,
É fingir ser feliz sem estar
Engolir sapos ao invés de gritar.

Mas minha gaiola há de abrir,
E com minhas asas hei de voar,
E ninguém haverá de me alcançar
Só quem desejo irá me seguir.

Não pedirei mais permissão para pensar,
Cairá toda tirania.
Voarei para todo lugar em qualquer hora,
Voltarei para os braços
Segurei os passos de quem me adora.

Hei de sair desta gaiola em que me encontro,
Hei de secar meu diário pranto,
Hei de ver esta infelicidade morrer só,
E este lar, do meu presente, no futuro esvair-se feito pó.

Autor: Bruna Costa


A felicidade está ligada à liberdade. Sem ela estamos feito passáros enjaulados, enferrujando as asas. Aquele que é livre é feliz, pois pode procurar a felicidade nos cantos mais inacessíveis e não precisa ter pressa, por desconhecer as horas...
Aquele que tem liberdade pode até ser infeliz de fato, e nos momentos de fossa se esconder sob cantos escuros e calmos... Mas se está enjaulado, nem tristeza pode sentir, pois pra chorar tem que esperar a noite cair, para que ninguém ouça seus soluços e pergunte de sua tristeza...
Liberdade. Independência. Liberdade. Jargão conhecido dos grandes líderes da humanidade. 
Desejo de poetisa. Beijo cálido de uma brisa. Anseio de uma juventude esquecida.
Liberdade. Independência. Liberdade. Futuro. Humanidade. Fato. Realidade. Fim.

2 de junho de 2011

Promete?

Todos nós temos alguém para oferecer esta foto da "Turma da Mônica" do tão brilhante desenhista Maurício de Souza... 

Todos nós temos aquela pessoa especial, aquela que quando olhamos para trás percebemos que se ela não tivesse aparecido em nossas vidas nada seria mágico como é hoje...

Aquela pessoa que precisamos ouvir a voz a noite para dormir bem...
Aquela pessoa com quem temos os desejos mais perigosos e audaciosos...
Aquela pessoa com quem nos pegamos dividindo nosso futuro ou simplismente desejando que esteja nele.

Eu digo todos porque não conheço ninguém que nunca se apaixonou, ou melhor, que esteja apaixonado, ou ainda desejando se apaixonar.

Tenho a minha pessoa especial, com quem estou na pedra da vida, olhando o horizonte do futuro, vendo o brilho do sol do amor criando raízes sólidas em nossos corações. E, sentados na pedra da vida vemos um amanhã glorioso, cuja construção só depende de nós mesmos.

Já perdi minha pessoa especial muitas vezes, mas sempre tive certeza que encontraríamos nosso caminho de volta. Me vi numa estante, criando poeira, servindo de apoio para teia da Dona Aranha, fiquei ao alcançe das mãos e por isso não estava ao alcançe de nada. Queria olhos que não me enxergavam e um corpo que não se entregava. Queria o que parecia ser impossível.

Mas não foi.. Um belo dia o sol brilhou e um lindo espanador veio tirar minha poeira. A Aranha ficou sem teto e me vi sobre alcançe do coração que sempre almejei. Cá estamos nós na pedra da vida, sentados e abraçados.

A cada dia uma nova descoberta e a cada descoberta uma certeza... o amor está nos abraçando.. do seu jeito, no seu tempo, na sua força.

Todos nós temos alguém ou desejamos ter alguém de quem vamos lembrar ao ler esse texto... Porque amar e mais ainda ser amado é o desejo número um de qualquer pessoa.

Para minha primeira fonte de inspiração eu pergunto:
                 "Plomete que nunca vai embora?"
E dessa vez, talvez eu ouça:
                                       "Plometo, eu plometo"